17 de out de 2017

Steve Wozniak lança plataforma on-line de educação Woz U

Plataforma oferece cursos diversos sobre computação e tecnologia, além de serviços para ajudar aluno a conseguir emprego.

O cofundador da Apple, Steve Wozniak, anunciou nesta segunda-feira, 16/10, o lançamento de uma plataforma on-line de educação chamada Woz U (algo como Universidade Woz), que possui um site e aplicativo móvel. 
Com sede em Scottsdale, no Arizona, EUA, a Woz U oferece cursos on-line sobre computação e tecnologia – no entanto, os preços não são revelados no site. Atualmente, a nova escola faz parte do Southern Careers Institute, mas planeja parcerias similares com outras instituições no futuro.
Além dos cursos on-line, com direito a aulas em vídeo e acesso direto aos instrutores e professores, a plataforma também fornece outros serviços para ajudar os alunos a conseguirem uma colocação no mercado, incluindo treinamento para entrevista, ajuda para montar currículo e cadastro em uma rede própria de empregos, entre outros. 
“Inspirados por Steve Wozniak, cofundador da Apple, nos especializamos em programas baseados em tecnologia e carreiras feitos para ajudar as pessoas a entrarem para a força de trabalho de forma rápida e acessível. A Woz U quer inspirar a próxima geração de inovadores e desenvolver a força de trabalho do futuro”, afirma a escola em um comunicado no seu site oficial.
Para os próximos anos, a Woz U planeja ter espaços físicos em diferentes pontos do mundo para oferecer os mais variados cursos em TI e desenvolvimento. 
Fonte: Macworld.

14 de out de 2017

iOS 11 já é o sistema mais usado em dispositivos móveis da Apple

O iOS 11 precisou de pouco mais de três semanas para superar o iOS 10 e se tornar a versão mais usada do sistema móvel da Apple.
Segundo dados coletados pela empresa Mixpanel, o iOS 11 está em 47% de todos os iPads e iPhones do mundo, enquanto o iOS 10 é a plataforma usada por 46% dos consumidores da Apple. Versões mais antigas do sistema aparecem em 6% dos aparelhos.
A adoção do novo sistema operacional dos dispositivos da Apple está mais lenta do que de costume. O iOS 10 precisou de duas semanas para superar o iOS 9 no ano passado. No mesmo período de tempo, o iOS 11 estava em 38,5% dos iPhones e iPads espalhados pelo mundo.
Desde que foi liberado para o público no dia 19 de setembro, o iOS 11 foi atualizado três vezes para correção de bugs e já está na versão 11.0.3. A Apple também já trabalha na primeira grande atualização da plataforma, o iOS 11.1, que vai ganhar novos emojis e recursos do 3D Touch.
Fonte: Olhar Digital.

13 de out de 2017

Apple deve abandonar de vez o Touch ID nos próximos iPhones, diz analista

Se você está entre os fãs de iPhone que não gostaram da ideia de desbloquear o aparelho com o rosto em vez de usar suas impressões digitais, temos más notícias: pode ser que a biometria esteja sendo aposentada pela Apple.
Quem fez tal afirmação foi Ming-Chi Kuo, da KGI Securities, um dos principais analistas quando o assunto é Apple. Em seu relatório mais recente, ele diz que a Apple provavelmente lançará somente iPhones com Face ID em 2018, o que faria com que o iPhone 8 fosse o último a contar com Touch ID.
Mesmo assim, o recurso é essencial na estratégia futura da companhia. Segundo Kuo, trata-se de um "ponto-chave de venda", algo que ajudará a Apple a "capitalizar a sua clara liderança em desenvolvimento e produção de sensores 3D para smartphones".
A posição, como destaca o 9to5Mac, contradiz o que o próprio analista acreditava, pois em seu relatório do mês passado Kuo dizia que a Apple tinha aumentado o foco na tecnologia de reconhecimento facial, mas ainda não tinha largado de vez a biometria. Depois, o mesmo analista falou sobre a possibilidade de o iPad ganhar um Face ID também.
Fonte: Olhar Digital.

9 de out de 2017

Sem alarde, Apple libera iTunes 12.6.3 com a iOS App Store de volta

Acesso `a loja foi retirado no iTunes 12.7, lançado em 12 de setembro. No entanto, nova versão alternativa do software não traz suporte técnico.
Algumas semanas após lançar o iTunes 12.7 sem a App Store para iOS, a Apple liberou nesta semana uma nova versão alternativa do software que traz de volta a loja de aplicativos mobile.
Como revelado pelo site especializado 9to5Mac, o “novo velho” iTunes 12.6.3 foi publicado sem alarde pela empresa de Cupertino e consiste basicamente em uma versão mais antiga do iTunes, mas com suporte para o iOS 11, lançado oficialmente no mês passado. 
No entanto, vale destacar que essa versão do iTunes, disponível para todos os usuários, não traz suporte técnico nem permitirá updates para futuras versões do programa. Provavelmente, é voltada apenas para empresa que ainda precisam da função da App Store em suas máquinas.
iTunes 12.7
Liberado em 12 de setembro pela Apple, pouco após o anúncios dos iPhones 8 e X, o iTunes 12.7 pegou muita gente de surpresa ao dispensar a App Store.
Outras mudanças da versão mais recente do programa da Apple incluem o fato dos ringtones não serem mais gerenciados como compras - mas você pode encontrar ringtones baixados anteriormente e gerenciá-los no iTunes. A Apple diz que qualquer ringtone já baixado estará na pasta ~/Music/iTunes Library/Tones/. No iOS 11, que chega na próxima semana, a Apple permitirá que você baixe novamente ringtones comprados anteriormente e os gerencie diretamente no seu aparelho móvel.
Além disso, o conteúdo do iTunes U foi movido para os podcasts no iTunes, enquanto que a Internet Radio agora faz parte da barra lateral da biblioteca de música. 
Fonte: Macworld.

Usuários relatam problemas com bateria do iPhone 8; Apple investiga


Até agora, são seis casos de baterias que 'estufam' no novo smartphone da empresa de Cupertino.

Você já deve ter visto um post no Twitter ou no Facebook nos últimos dias com uma foto de um iPhone 8 meio ‘inchado’. Alguns relatos do tipo surgiram desde o lançamento do aparelho em 22 de setembro e, como esperado, estão tomando as manchetes pela Internet. Mas ainda não há razão para se preocupar. 
Esse problema das baterias salientes é causado por um desenvolvimento de gases dentro da célula. Ele geralmente afeta baterias mais antigas que estão próximas do fim do seu ciclo de vida, mas, apesar de raro, não é completamente incomum que também afete baterias novas. Na verdade, se você buscar por “iPhone 7 battery swelling” (“iPhone 7 bateria inchada”, em tradução livre) encontrará muitos casos parecidos.
Até o momento, apareceram apenas seis casos de relatos de baterias ‘inchadas’ no iPhone 8, um número bastante pequeno se pensarmos na grande quantidade de aparelhos que já foi vendida pela Apple nessas duas semanas. Sim, podem haver muitos outros que não chegaram às redes sociais e aos sites de notícias, mas se fosse algo espalhado entre muitos usuários, provavelmente já teria chegado ao grande público. 
A Apple disse que está investigando os relatos dos usuários. Baterias problemáticas em smartphones recebem muita atenção atualmente depois de todo o problema que causou o recall do Samsung Galaxy Note 7 no ano passado, em que alguns aparelhos chegaram a pegar fogo e até a explodir, segundo relatos. A fabricante sul-coreana teve de realizar um recall global para retirar o dispositivo do mercado. 
Mas, até o momento pelo menos, são problemas diferentes. No caso da Samsung, o problema foi relacionado a diversos defeitos de fabricação, incluindo soldagem inadequada, separadores abaixo do padrão e falta de fita de isolamento. Resumindo, os fabricantes da Samsung forneceram baterias com problemas para a empresa, que só foram descobertas depois que os aparelhos chegaram aos usuários.
Fonte: Macworld.

Estudo conclui que atualizar o iOS não causa lentidão em iPhones

É um fato que a Apple faz um trabalho exemplar de atualizar seus celulares, mantendo-os com a versão mais recente do iOS por pelo menos quatro anos, enquanto aparelhos Android têm sorte se receberem suporte por dois anos. No entanto, a prática gera algumas questões: será que a atualização do iOS causa lentidão proposital no celular antigo para incentivar a compra de novos aparelhos?
De acordo com a Futuremark, que desenvolve ferramentas de benchmark para análise de desempenho, essa crença não tem fundamentos técnicos. A afirmação se baseia em uma amostragem de 100 mil testes em sua plataforma executados entre abril de 2016 e setembro de 2017, com iPhones variando entre os modelos 5s e o iPhone 7, rodando versões do iOS 9, 10 e 11.
De acordo com a empresa, a análise de desempenho dos celulares mostra que não houve variação em relação a performance tanto em termos de GPU quanto de processador.
Reprodução
“O desempenho da GPU do iPhone 5s se manteve consistente do iOS 9 para o iOS 11, com pequenas variações que se encontram nos níveis normais. Claramente as atualizações do iOS não causaram um efeito significativo no desempenho”, conclui a Futuremark.
Já nos iPhones posteriores (6, 6s e 7) o poder da GPU também se manteve estável, mas a capacidade do processador viu uma ligeira queda. “Um usuário dificilmente perceberia essa pequena diferença no uso cotidiano”, aponta o estudo.
Reprodução
Isso, no entanto, não significa que você não pode sentir o celular mais lento com o tempo; o estudo só mostra que os componentes não são “sufocados” para que o usuário compre um smartphone novo. A tendência é que os aparelhos antigos apresentem, sim, lentidão, mas por outros motivos.
Quando um novo celular top de linha como o iPhone é lançado, aplicativos são atualizados. Eles tendem a ficar mais pesados para acompanhar a evolução das capacidades técnicas do que há de melhor naquele momento. No entanto, quem tem um iPhone antigo acaba recebendo a mesma atualização, mas sem o mesmo poder para acompanhar as necessidades do app. O resultado é lentidão.
Há ainda o componente psicológico. O lançamento de um novo iOS também vem acompanhado do lançamento de um novo iPhone, mais rápido, mais potente, com câmera superior e uma série de novidades que fazem o celular antigo parecer ultrapassado. Isso pode afetar a percepção do usuário sobre o produto que ele tem em mãos.
Fonte: Olhar Digital.

'Pagamentos digitais' devem superar cartões de crédito em 2019, diz estudo

A Conferência das Nações Unidas Sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgou um estudo sobre as mudanças que a tecnologia deve trazer à economia global nos próximos anos. Segundo o documento, formas digitais de pagamento, como PayPal, Apple Pay e Samsung Pay, superarão cartões de crédito em 2019 para pagar compras feitas pela internet. 
De acordo com o estudo, atualmente mais da metade dos pagamentos de compras feitas em e-commerce é paga com cartões de crédito ou débito. No entanto, a organização estima que essa porcentagem se reduzirá a 46% em 2019. Isso deve acontecer por causa de um aumento no uso de sistemas de carteiras virtuais (como o PayPal) e de pagamentos pelo celular (como o Apple Pay e o Samsung Pay).
Essa mudança deverá ser mais notada em países mais economicamente desenvolvidos, como Estados Unidos e os da Europa. Nos outros, porém, os cartões ainda são usados de maneira pouco frequente para pagar compras feitas pela internet. Um exemplo citado pelo documento é o Egito: por lá, 90% das transações de e-commerce são pagas em dinheiro no momento da entrega. 
O Quênia, por outro lado, apresenta uma situação bem diferente. No país, sistemas de pagamento virtual já superaram os cartões como formas de pagamento para essas compras. E, de fato, 79% dos quenianos disse considerar métodos de pagamento pelo celular a melhor maneira de pagar por bens e serviços comprados pela internet.
Nisso, o país se assemelha à China, país no qual 68% da população já utiliza o sistema de pagamento móvel Alipay, da empresa Alibaba. Segundo outro relatório da ONU, esse sistema, junto com o WeChat Pay (outra solução chinesa semelhante) processaram mais de US$ 3 trilhões em pagamentos ao longo de 2016.  
Vantagens
Segundo o relatório da UNCTAD, essa mudança para formas digitais de pagamento traz uma série de vantagens. De maneira geral, os pagamentos digitais "fazem as transações ser mais rápidas, reduzem os atritos e diminuem os custos das transações, oferecendo ganhos de produtividade", diz o documento. Para países em desenvolvimento (como o Brasil), eles também podem ajudar em problemas como sonegação de impostos.
Fora isso, esses sistemas também são mais interoperáveis do que os cartões. Por exemplo: um cartão de crédito de um país pode não ser aceito para compras feitas em outro pela internet; uma solução como o PayPal, no entanto, não tem esse problema. No futuro, o estudo acredita que soluções baseadas em blockchain devem crescer também como método preferido para compras feitas entre países diferentes, por causa do risco e do custo reduzidos que elas proporcionam. 
Fonte: Olhar Digital.

Top 6: os celulares campeões em vendas neste ano

Os smartphones da Apple foram os mais vendidos do mundo no primeiro semestre de 2017. De acordo com um relatório da consultoria IHS Markit, iPhone 7 e 7 Plus lideram o ranking dos mais vendidos no ano, enquanto o iPhone 6s segue tendo uma procura bem alta.
Além dos dois iPhones 7 nas duas primeiras posições, o ranking da IHS também coloca o Samsung Galaxy Grand Prime Plus na terceira posição. Em quarto lugar aparece o iPhone 6, enquanto o Galaxy S8 e o S8 Plus foram o quinto e o sexto smartphone mais vendido do mundo, respectivamente.
Apesar dos top de linha da Apple e da Samsung ocuparem as primeiras posições do ranking, o volume de vendas deles foi abaixo do registrado em 2016. No entanto, o relatório não detalhou números de vendas, apenas a posição no ranking dos mais vendidos.
No caso da Samsung, a IHS sugere que o lançamento tardio dos S8 - eles chegaram às lojas em abril, enquanto o S7 foi lançado em março - fez com que a posição deles no ranking fosse abaixo dos modelos de 2016. O S7 Edge, por exemplo, foi o quarto mais vendido do primeiro semestre do ano passado, enquanto o S8 Plus ficou com a sexta posição em 2017.
A variedade de aparelhos com mais de 1 milhão de unidades vendidas aumentou em 2017, chegando a 22 modelos diferentes, enquanto em 2016 eram 17. Os smartphones chineses têm participação importante nisso: são 8, sendo cinco da Oppo, dois da Xiaomi e um da Huawei.
Fonte: Olhar Digital.

Olá, Face ID! iPhone X faz fabricantes Android mudarem de ideia

Ame-a ou odeie-a, mas a Apple continua sendo uma força polarizadora no mercado de tecnologia. Uma prova recente disso é que a apresentação do badalado iPhone X deu um chacoalhão na indústria mobile (inclusive com o seu preço) e colocou em xeque algo que era tido como certo para o futuro da categoria: o sensor de digitais integrados no display. Sim, ao que parece as fabricantes de celulares Android estão pensando em desistir desse tipo de recurso para buscar soluções de biometria similares ao Face ID.
Essa informação, mais uma vez, vem de Ming-Chi Kuo, analista da KGI Securities – que, em fevereiro, já tinha sugerido que o novo iPhone comemorativo teria um conjunto de câmeras revolucionário. Segundo ele, diversas parceiras da Google andam deixando de lado seus planos anteriores para investir em pesquisa e desenvolvimento no campo de sensores 3D de leitura facial. Ao que parece, é a Qualcomm quem tem o sistema mais bem cotado para esse tipo de tarefa no momento – e é ele que está despertando a atenção das marcas.
O mais interessante de tudo isso é que, até há pouquíssimo tempo, todas as gigantes do setor estavam preocupadas com o tal leitor digital instalado embaixo da tela do celular. A Samsung e a própria Apple, por exemplo, estavam brigando para implementar a tecnologia nos seus flagships para 2017. Como já se sabe, ambas falharam. Porém, enquanto a sul-coreana recorreu ao sensor biométrico traseiro (e a um leitor de íris/sistema de reconhecimento facial não muito confiáveis), a Apple tentou mudar o jogo. A aposta, parece, deu certo.
Para Kuo, são diversos os fatores para esse hype. Em primeiro lugar, há a questão de segurança, já que, teoricamente, uma plataforma de análise facial é consideravelmente mais encorpada do que a mera leitura dos dedos. Além disso, a tecnologia pode ser usada para outras finalidades, desde autenticar compras e dar vida a emojis até viabilizar experiências em AR. Por fim, o público realmente parece disposto a desbloquear com um simples olhar em seu celular de mais de mil dólares – sem qualquer tipo de engasgo, esperamos.
Em tempo: o analista ainda acredita que a Samsung terá um leitor de digitais no display do seu (ainda distante) Galaxy Note 9. Será que isso é só para justificar o dinheiro colocado no projeto até então ou o recurso vai trabalhar em paralelo com um kit de funcionamento parecido com o Face ID? Vale ficar de olho.
Fonte: Tecmundo.

5 de out de 2017

Saiba como personalizar a Central de Controle do iPhone e iPad

O iOS 11 permite que os usuários do iPhone e iPad personalizem a Central de Controle do aparelho, que é a aba que aparece quando você desliza o dedo a partir da base da tela. O recurso conta com alguns atalhos para funções do celular.
Veja como personalizar a Central de Controle:

  1. Entre nos “Ajustes” e procure por “Central de Controle”;

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  2. Toque em “Personalizar Controles”;

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  3. Agora você pode adicionar quais atalhos você quer colocar na central tocando no botão de “+” – não existe um limite mínimo ou máximo de opções e você pode alterar qual aparece primeiro tocando nos três risquinhos que aparecem ao lado da função.

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Alguns recursos, como “Gravação da Tela” e “Não Perturbar ao Dirigir”, só são encontrados através da Central de Controle. Além disso, os atalhos de volume, brilho, modo “Não Perturbe”, espelhar tela, travamento da tela, música, Wi-Fi, dados de celular, Bluetooth e Modo Avião são fixos na central, sendo que não é possível ocultar ou alterar a ordem.
Fonte: Olhar Digital.


4 de out de 2017

Apple corrige falha de e-mail do iOS 11 com novo update

Uma falha no iOS 11 que deixou alguns usuários do serviço de e-mail da Microsoft incapazes de enviar mensagens foi corrigida, segundo as companhias.
As contas de e-mail hospedadas pela Microsoft no Outlook.com, Office 365 ou no Exchange Server 2016 rodando no Windows Server 2016 foram afetadas pelo bug de software.
Alguns usuários de aparelhos móveis rodando o iOS 11 estavam recebendo uma mensagem de erro dizendo o seguinte ao tentarem acessar seus e-mails da Microsoft: "Cannot Send Mail. The message was rejected by the server."
O problema foi notado inicialmente por usuários do iOS 11, que criaram um post sobre o assunto no site Reddit.
Em 19 de setembro, a Apple publicou um documento de suporte alegando que já estava trabalhando em uma correção para o problema em conjunto com a Microsoft. A empresa de Cupertino descreveu o problema como o iOS 11 não conseguindo criar uma conexão HTTP/2 Transport Layer Security.
Desde então, a Apple atualizou seu documento de suporte, alegando que o update para o iOS 11.0.1 ou versão mais recente irá resolver o problema.
“É certamente um grande problema para os usuários, especialmente os corporativos, que dependem do seus aparelhos móveis”, afirmou o analista da J. Gold Associates, Jack Gold.
A natureza esporádica da falha torna difícil apontar quantas pessoas foram afetadas pelo bug, mas Gold nota que a maioria dos usuários da Apple fazem o upgrade para novas versões assim que elas saem, tornando provável que muita gente tenha sido afetada.
Antes de fazer o upgrade, os usuários devem verificar se os seus aparelhos são compatíveis com o iOS 11.0.1.
Fonte: Macworld.

iOS 11 já está instalado em quase 40% dos aparelhos móveis da Apple

O iOS 11 se aproxima cada vez mais da versão anterior do sistema em termos de adoção. Tendo sido lançado há apenas duas semanas, o software já dá sinais de que em breve deve se tornar o mais usado em aparelhos da Apple.
Dados do Mixpanel revelam que o iOS 11 está instalado em 38,6% dos dispositivos, enquanto o iOS 10 se faz presente em 55,12% deles e outras versões do sistema aparecem em apenas 6,28%.
Mas mesmo mais lento o iOS segue dando uma lição no Android quando se trata de adoção, já que só agora, pouco mais de um mês após o seu lançamento, o Android Oreo apareceu no ranking das edições mais usadas do sistema do Google — mas com apenas 0,2% de participação.
Fonte: Olhar Digital.

2 de out de 2017

Apple agora vende adaptador com conector de fone e bateria para iPhone

Fabricado pela Belkin, acessório custa US$35 nos EUA. Produto resolve problema de quem quer usar fone de ouvido com cabo e recarregar aparelho ao mesmo tempo.

Cerca de um ano após o lançamento do iPhone 7, primeiro smartphone da Apple sem o tradicional conector de fone de ouvido padrão, a Apple começou a vender um adaptador que traz as funcionalidades de entrada de 3,5mm para fone e conector Lightning para recarregar a bateria.
Fabricado pela Belkin, que já tinha lançado anteriormente um adaptador que trazia duas entradas Lightning, o acessório, chamado de Rockstar, já está à venda nas lojas da Apple nos EUA pelo salgado valor de 35 dólares. 
A fabricante afirma que o conector Lightning presente no novo adaptador só pode ser usado para sincronização de dados e recarga de bateria. Portanto, não será possível usar dois fones de ouvido com o novo produto, usando as entradas de 3,5mm e Lightning.
Brasil
A nova versão do produto ainda não pode ser encontrada na Apple Store do Brasil. Vale destacar que o modelo anterior do acessório, que trazia as já citadas duas entradas Lightning, custa 380 reais no mercado brasileiro.
Fonte: Macworld.

Sucesso do iPhone X deve encher os cofres da... Samsung

Samsung está muito interessada no sucesso comercial do iPhone X. Pode parecer um contrassenso à primeira vista, mas é fácil entender a razão que leva a sul-coreana a torcer para que as vendas do novo smartphone da Apple decolem. Como a empresa da Coreia do Sul é a única fornecedora dos painéis OLED da Apple, ela engordará as suas receitas com a comercialização do iPhone X.
De acordo com analistas da Counterpoint Techonology e do Wall Street Journal, a Samsung deve levar para os seus cofres cerca de US$ 110 a cada iPhone X vendido. A conta é feita com base na expectativa de 130 milhões de unidades comercializadas no primeiro mês após a estreia do smartphone mais poderoso da Apple.
iPhone XiPhone X pode render muito dinheiro à Samsung.
Adicionadas à conta as subsidiárias da Samsung envolvidas no fornecimento de outras peças para o novo iPhone, como baterias e capacitores, a arrecadação total da empresa com componentes fornecidos para a Apple deve superar em US$ 4 bilhões a receita da empresa em relação às peças usadas no seu próprio Galaxy S8, por exemplo. Em suma, a rivalidade, ao menos do ponto de vista da sul-coreana, é bastante saudável.
“Em reuniões, executivos da Samsung são conhecidos por dizerem aos participantes que usam iPhone: ‘Tudo bem, eles são os nossos melhores clientes’”, relata a reportagem do WSJ. Ainda de acordo com a publicação, a Apple seria comumente referida dentro da rival como “LO”, sigla em inglês para “adorável oponente”, destacando mais uma vez o quanto a Samsung nem se importa tanto com as altas vendas de iPhone — muito pelo contrário.
Fonte: Tecmundo.

Para o criador do Geekbench, iOS deixou o Android para trás em desempenho

Mesmo o maior fã do Android precisa admitir uma triste verdade: a plataforma não evoluiu muito no quesito “performance” nos últimos anos. Enquanto isso acontece no sistema da Google, o iOS é uma história bastante diferente, com melhorias de desempenho que chegaram a fazer até o fundador do Primate Labs (por trás do conhecido Geekbench), John Poole ficar indignado – e ainda mais com a chegada recente dos chips Apple A11 Bionic.
“O que eu não entendo por inteiro é por que a performance tem parecido estagnar do lado do Android, onde você não vê esses grandes saltos para a frente”, disse ele em uma entrevista ao Tom’s Guide. “Eu não entendo o que está acontecendo lá”, continuou.
O que eu não entendo é por que a performance tem parecido estagnar do lado do Android, onde você não vê esses grandes saltos para a frente
Se você acha que é exagero da parte dele, é melhor conferir os números dos testes do Geekbench 4 antes de tirar conclusões. Enquanto o iPhone 8 conseguiu uma pontuação de 10.170 com seu A11 Bionic, o Galaxy Note 8, um dos aparelhos Android mais poderosos dos últimos tempos, se mostrou 54% mais lento, com apenas 6.564 pontos. E a situação não foi muito diferente em testes como o 3DMark ou em edições de vídeo 4K.
“A este ponto, você tem performance de nível de desktop em um aparelho. Não há como ver isso de outra maneira. Eu não teria pensado em usar meu iPhone de primeira geração para editar vídeo. Eu teria pensado que você estava maluco”, disse Poole.

Desempenho não é tudo, mas importa

Antes que muitos donos de aparelhos Android comecem a se arrepender demais de suas compras, é importante notar que os números não querem necessariamente dizer que, na prática, você vai ter uso para tanto desempenho extra. Um bom exemplo trazido por Poole é uma comparação entre o próprio iPhone 8 e o MacBook Pro de 13 polegadas: mesmo com todo o hardware do laptop, o smartphone da Maçã é superior em desempenho.
A este ponto, você tem performance de nível de desktop em um aparelho. Não há como ver isso de outra maneira
Se isso quer dizer que você vai passar a usar o aparelho para todo o trabalho do MacBook? Provavelmente não, porque um smartphone não foi feito para tarefas pesadas como essas por longos períodos – e, por sua vez, esquentam muito mais do que um computador com um sistema de resfriamento mais robusto.
“Todo o mundo olha para as pontuações do A11 e ficam ‘Nossa Mãe, isso... O que isso quer dizer? Esses [dados] são mesmo comparáveis? Bem, eles são comparáveis, mas ao mesmo tempo, você não vai usar seu celular para renderizar um vídeo enorme porque, resumindo, o fator de forma não se presta a isso”, explicou Poole.
Mesmo assim, visto que o mercado está encontrando cada vez mais maneiras de utilizar nossos smartphones – e que isso deve pedir de nós aparelhos ainda mais poderosos –, é difícil não pensar que a Apple está com uma vantagem e tanto contra o mercado Android. Resta esperar para ver se a plataforma da Google vai encontrar uma maneira de alcança-los.
Fonte: Tecmundo.

iPhone 8 Plus mais barato chega ao Brasil por R$ 6.500, diz colunista.

Todo mundo que acompanha as notícias sobre o mercado de tecnologia sabe que o próximo iPhone chegará ao Brasil com preço alto, mas uma informação veiculada no fim de semana mostra que ainda há espaço para se surpreender quando o assunto é o valor do smartphone da Apple.
No domingo, 1, o colunista do jornal O Globo Lauro Jardim publicou uma curta nota afirmando que o iPhone 8 Plus de 64 GB desembarcará no Brasil custando R$ 6.500. De acordo com ele, as operadoras foram avisadas de que "o iPhone 8 Plus chega ao Brasil entre a última semana de novembro e a primeira de dezembro".
A publicação gerou burburinho, obviamente. Afinal, o iPhone mais caro no Brasil hoje é o iPhone 7 Plus de 128 GB e ele custa R$ 4.300, então o valor apontado por Jardim significaria um salto de R$ 2.200 por um aparelho com metade da capacidade de armazenamento do atual top de linha.
Um dos que estranharam a notícia foi Rafael Fischmann, do MacMagazine, que, mesmo ressaltando ainda não ter recebido informações sobre os próximos lançamentos da Apple, garante que Jardim está equivocado.
Usando como exemplo os iPhones SE de 32 GB, 6s de 128 GB e 7 Plus de 32 GB, Fischmann apontou que os fatores de multiplicação na comparação entre os preços brasileiros e americanos são de, respectivamente, 5,7, 5,5 e 5,7 vezes.
Tendo esse padrão como base, chega-se à conclusão de que o aparelho mais provável de aparecer no Brasil custando R$ 6.500 é o iPhone X de 256 GB, o que sugere que as fontes de Lauro Jardim passaram informação próxima da realidade, mas imprecisa.
"A própria previsão de lançamento do post de Jardim, 'entre a última semana de novembro e a primeira de dezembro', também corresponde mais com o que acreditamos que seja a época da chegada do iPhone X", escreveu o jornalista do MacMagazine, que acrescentou: "Os iPhones 8/8 Plus, que já estão à venda lá fora, provavelmente serão lançados aqui no Brasil até o fim deste mês de outubro — segundo ouvimos."
Fonte:Olhar Digital.

29 de set de 2017

Unidades do iPhone 8 apresentam defeito que descola a tela.

Mais consumidores tiveram problemas com seus iPhones 8, mas desta vez o defeito não estava na saída de som ou no comportamento do software. Parece que o culpado é a bateria.
As imprensas taiwanesa e chinesa reportam que uma consumidora identificada como "senhora Wu" renovou seu contrato com a operadora para pegar um iPhone 8 Plus rosa de 64 GB. Cinco dias depois, ela colocou o aparelho para carregar (usando carregador e adaptador originais) e notou, apenas três minutos mais tarde, que a tela começou a inchar até o ponto de se desprender completamente.
A operadora substituiu o aparelho e enviou a unidade defeituosa para a Apple, mas esse não foi o único caso.
Outro consumidor, só que no Japão, publicou no Twitter que comprou também um iPhone 8 Plus e, quando recebeu a encomenda, viu que a tela estava totalmente descolada como se tivesse sofrido um inchaço.

Nos dois casos, há suspeita de que o problema esteja com a bateria. E há notícias não confirmadas apontando que a versão maior do iPhone 8 usa uma bateria fabricada pela Amperex Technology — justamente a responsável pelo componente do Galaxy Note 7, que teve de ser tirado das lojas porque suas baterias corriam risco de explosão.
Mas nem uma dessas histórias conta com a chancela de uma fonte oficial, como ressalta o The Next Web, e portanto é preciso levar tudo isso com uma boa dose de desconfiança.
Além disso, mesmo que os problemas se confirmem, duas unidades defeituosas em meio a milhões de outras vendidas não significa que haja um problema com a linha, como ocorreu com o Note 7. Os iPhones 7 e 7 Plus tiveram relatos até de explosão quando foram lançados, mas apenas com uma minoria.
Fonte: Olhar digital.

28 de set de 2017

Serviço Apple Music supera os 30 milhões de assinantes pelo mundo

No entanto, plataforma de streaming da Apple continua bem atrás do rival Spotify, com mais de 60 milhões de assinantes.

Principal rival do Spotify no segmento de serviços de assinatura de música, o Apple Music superou a marca de 30 milhões de assinantes pelo mundo, segundo uma nova reportagem da BIllboard.
Em entrevista ao site, o executivo Jimmy Lovine, responsável pelo serviço de streaming da Apple, disse que a plataforma possui bem mais de 30 milhões de assinantes.
“Apenas porque estamos adicionando milhões de assinantes e os números do catálogo antigo estão crescendo, esse não é o truque. Isso apenas não irá se sustentar”, afirmou Lovine para a publicação.
Para efeito de comparação, o Spotify revelou no final de julho que superou a marca de 60 milhões de assinantes pelo mundo.
Fonte: Macworld.

Apple é pressionada a habilitar rádio FM em iPhones


Após a sequência de tempestades e desastres naturais que acometeram os Estados Unidos nos últimos tempos, a Apple voltou a ser publicamente pressionada a habilitar rádio FM nos iPhones. A pressão vem agora Associação Nacional de Transmissores (NAB, na sigla em ingês), e da Comissão Federal de Comunicações (FCC, espécie de Anatel dos EUA).
O argumento da NAB e da FCC é de que a frequência FM tem maior alcance e penetração do que redes de celular, o que pode ser muito útil em operações de resgate em cidade afetadas por grandes tempestades, como os furacões Harvey, Irma e Maria, que recentemente devastaram partes dos EUA.
"Emissoras têm providenciado informações sobre como evacuar rapidamente, onde as enchentes estão se formando, como sair do caminho caso haja um tornado ou furacão", disse Dennis Wharton, porta-voz da NAB, em entrevista à agência de notícias Bloomberg. "A noção de que a Apple ou quem quer que seja estaria bloqueando esse tipo de informação é algo que achamos preocupante."
Em seguida, Ajit Pai, presidente da FCC, divulgou uma declaração pedindo que a Apple habilite rádio FM nos iPhones. O executivo lembra que a FCC não pode obrigar as fabricantes de smartphone a incluir ou excluir recursos de seus produtos, mas argumenta que, em tempos de tempestade, em que pessoas podem ficar dias sem energia elétrica ou sinal de telefone, a frequência FM pode salvar vidas.
"Eu aplaudo as empresas que fizeram a coisa certa ao ativar os chips FM em seus celulares. A Apple é uma grande fabricante de telefones que tem resistido em fazer isso. Mas espero que a empresa reconsidere sua posição após a devastação deixada pelos furacões Harvey, Irma e Maria", disse Ajit, como reporta o The Verge. "Está na hora de a Apple assumir essa responsabilidade e colocar a segurança dos americanos em primeiro lugar."
Horas depois, a Apple respondeu à FCC divulgando um comunicado, compartilhado pelo analista Rene Ritchie no Twitter. Na nota, a empresa diz que "se preocupa profundamente" com a segurança dos usuários. Porém, segundo a companhia, os iPhones 7 e 8 "não têm chips de rádio FM e nem têm antenas desenhadas para suportar sinais FM". Por isso o pedido dos órgãos não pode ser atendido.
Até é possível ouvir estações de rádio FM no iPhone, mas, para isso, é preciso baixar um aplicativo que realiza o streaming através da rede móvel de internet ou pelo Wi-Fi, e não pela frequência FM de verdade. Diversos smartphones Android, porém, têm rádio FM habilitado, incluindo modelos da Motorola, LG e Samsung, por exemplo.
Fonte: Olhar Digital.