15 de dez de 2017

Operadoras brasileiras já preparam ofensiva contra neutralidade de rede

As operadoras brasileiras já estão preparando uma ofensiva para derrubar a neutralidade de rede dentro do país. Motivadas pela decisão da Federal Communications Comission (FCC), agência norte-americana equivalente à Anatel, as empresas brasileiras querem que o Governo Federal permita a cobrança diferenciada de tarifa por determinados serviços de internet.
De acordo com a Folha, as operadoras vão esperar a votação da reforma da Previdência, marcada para fevereiro, para pedir ao presidente Michel Temer a revisão do decreto que garante a neutralidade da rede no Brasil.
O decreto em questão foi assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2016 e endureceu regras estabelecidas pelo Marco Civil da Internet que proibiam a discriminação no tráfego de internet. Um site que exibe apenas texto não pode ser priorizado em relação a um com vídeos, segundo o conceito de neutralidade de rede.
A queda da neutralidade de rede nos EUA foi confirmada na quinta-feira, 14, após uma sessão extraordinária da FCC, que decidiu por abolir o princípio da legislação norte-americana. A votação derrubou uma regulamentação do setor de telecomunicações que foi aprovada pelo ex-presidente Barack Obama.
Fonte: Olhar Digital.

“Seguro” da Apple para iMac Pro de US$ 13 mil custa menos que do iPhone X

Quando você faz um seguro de um aparelho eletrônico, ou de qualquer outro bem, o comum é a seguradora cobrar mais caro para oferecer um seguro a dispositivos que valem mais, certo? O mesmo ocorre quando uma loja tenta lhe vender garantia estendida. A Apple, contudo, com seu plano AppleCare+, não está seguindo essa lógica para o seu mais recente lançamento, o iMac Pro.
O novo computador chega aos consumidores com hardware de servidor ou estação de trabalho dentro de uma carcaça incrivelmente compacta e coesa, a mesma dos iMacs tradicionais. Por conta disso, o preço é bem salgado: US$ 4.999 para o modelo mais simples, e incríveis US$ 13 mil para o mais completo.
Ainda assim, o “seguro” oficial da Maçã para o computador, seja o mais caro ou o mais barato, sai por apenas US$ 169. Esse preço, na verdade, vale para qualquer iMac na loja oficial da empresa. Para título de comparação, o iPhone X, que custa nos EUA US$ 999 em sua versão mais barata, o AppleCare+ sai por USS 199 e, para os novos MacBook Pro, o valor é US$ 249.
Esse seguro da empresa é basicamente uma garantia estendida de até três anos que oferece conserto contra problemas de fabricação e também para danos acidentais causados pelo usuário em alguns casos. Não há proteção contra roubo, entretanto.
Seja como for, é curioso considerar que a Apple cobra tão pouco para proteger um aparelho tão caro, enquanto donos de itens mais baratos precisam pagar mais. Acredita-se que isso tenha a ver com a maior chance de alguém danificar um iPhone na comparação com um iMac, que fica parado em uma mesa e se move muito pouco.
Fonte: Tecmundo.

14 de dez de 2017

Computador mais poderoso da Apple, iMac Pro custará R$ 38 mil no Brasil

A Apple começa a vender nesta quinta-feira, 14, nos EUA, o seu computador mais poderoso até hoje: o iMac Pro. Por enquanto, a máquina ainda não tem data para chegar ao Brasil, mas já teve seu preço oficial divulgado.
No site da Apple, o iMac Pro aparece custando a partir de R$ 38 mil. É o produto mais caro já lançado pela empresa no Brasil, superando o Mac Pro que custa até R$ 30 mil. O preço vale para as configurações mais básicas, de modo que o valor pode subir de acordo com a personalização do usuário.
Ainda não é possível personalizar os componentes do iMac Pro pelo site da Apple, mas a versão mais básica vem com processador Intel Xeon octa-core de 3,2 GHz com boost de até 4,2 GHz; 32 GB de memória ECC de 2666 MHZ; e SSD de 1 TB.
O tudo-em-um da Apple comporta estes componentes sob uma tela de resolução 5K (5120 x 2880) de 27 polegadas, equipada com uma placa de vídeo Radeon Pro Vega 56, da AMD, com 8 GB de memória. O pacote ainda vem com teclado e mouse Magic, cabo de alimentação e cabo Lightning para USB.
Há opções de iMac Pro com processador de 10 ou 18 núcleos; 64 GB ou 128 GB de memória; 2 TB ou 4 TB de SSD; e placa de vídeo Radeon Pro Vega 64 com 16 GB. Ou seja, o iMac Pro mais poderoso custará bem mais do que os impressionantes R$ 38 mil da configuração básica.
Lá fora, o iMac Pro é vendido por US$ 5.000, o que seria equivalente a R$ 16 mil em conversão direta sem contar impostos e outras taxas que a Apple aplica no Brasil.
Fonte: Olhar Digital.

iPhones 6 e 6s estariam ficando lentos para esconder problemas de bateria

Apple está sendo acusada de cortar intencionalmente o desempenho de iPhones 6 e 6s a fim de supostamente esconder problemas de bateria desses dispositivos. Um tópico de discussão no Reddit vem levantando o tema, argumentando que dispositivos com baterias mais degradadas estão ficando mais lentos para que o processador não consuma tanta energia e, dessa forma, o celular possa continuar durando um dia longe da tomada.
De acordo com o usuário TeckFire, que iniciou o tópico no Reddit, seu iPhone 6s tem apresentado muitos problemas de desempenho desde que foi atualizado para oiOS 11. Ele conta ainda que comparou seu dispositivo com um iPhone 6 Plus, de propriedade de seu irmão, e notou que o smartphone mais antigo estava consideravelmente mais rápido ao executar tarefas do dia a dia.
TeckFire investigou o problema e concluiu que, quando sua bateria estava com menos de 50% de carga, o clock do processador era reduzido pelo sistema. Ele inclusive fez testes do Geekbench para identificar qualquer diferença. Com a bateria quase cheia, o iPhone 6s conseguiu um desempenho 38% melhor no teste single-core e 41% a mais no multi-core.
iphone 6s
Acusou a Apple de cortar o desempenho de iPhones antigos para que eles consigam durar um dia inteiro longe das tomadas
Depois de descobrir que o problema tinha a ver com o nível de carga, o usuário substituiu a bateria do iPhone em questão e reportou que a redução de performance desapareceu. De acordo com ele, sua bateria antiga estava com um “nível de desgaste” de apenas 20%. Por conta disso, TeckFire acusou a Apple de intencionalmente cortar o desempenho de alguns iPhones antigos para que eles consigam durar um dia inteiro longe das tomadas, considerando que as baterias dos aparelhos estariam descarregando de forma pouco uniforme.
Depois de muita polêmica no Reddit, com usuários reportando que modelos dos iPhones 5 e 7 não estavam sendo afetados de forma alguma por essa falha, TeckFire assumiu que se tratava de algo exclusivo dos modelos 6 e 6s. Ele ainda acredita que um famoso problema nas baterias desses aparelhos — que surgiu cerca de um ano atrás — pode ser a razão pela qual somente dos iPhone 6 e 6s são afetados pelo corte no desempenho.

Problema na bateria

Na época, vários aparelhos desses modelos começaram a desligar sozinhos e a drenar suas baterias muito rapidamente. Algumas unidades tiveram as células de energia trocadas gratuitamente pela fabricante em uma espécie de recall. Dois meses depois, a Apple enviou uma atualização do iOS, para a versão 10.2.1, afirmando que isso resultaria em uma redução de 80% nos desligamentos inesperados do iPhone 6s e também de 70% nos iPhones 6.
A suspeita é de que as atualizações do iOS 10.2.1 e posteriores venham cortando o desempenho dos iPhones problemáticos para evitar que a bateria seja drenada e que os aparelhos desliguem inesperadamente, escondendo assim um problema maior. A Apple ainda não comentou oficialmente sobre o assunto.
Você tem um iPhone 6 ou 6s com problemas de desempenho após alguma atualização. Compartilhe sua experiência conosco na seção de comentários.
Fonte: Tecmundo.

Operadoras podem controlar internet nos EUA com fim da Neutralidade da Rede

Em uma votação realizada hoje (14), o FCC — equivalente norte-americano para a Anatel — derrubou as principais regras que garantiam o princípio da Neutralidade da Rede para a internetdos Estados Unidos. A organização pública vai permitir, portanto, que as operadoras discriminem o tráfego de qualquer site ou serviço em suas redes a fim de obter benefícios financeiros.
Com o fim das regras da neutralidade, a maior operadora de internet fixa no país, a Comcast, pode agora simplesmente bloquear o acesso de seus clientes à Netflix, por exemplo, para que essas pessoas se sintam incentivadas a usar o Hulu, serviço concorrente que é em parte controlado pela Comcast. As novas regras não obrigam as operadoras a fazer qualquer tipo de bloqueio, mas elas poderiam limitar de forma considerável a velocidade de determinados serviços de streaming  a fim de promover os seus próprios.
Poderiam limitar de forma considerável a velocidade de determinados serviços de streaming  a fim de promover os seus próprios
Existe ainda a possibilidade de empresas como Netflix, GoogleTwitterFacebook e outras terem que pagar grandes taxas para as operadoras permitirem que seu tráfego flua normalmente pela rede, o que poderia aumentar os custos de serviços online para o consumidor.
Dos cinco conselheiros do FCC, três votaram a favor da derrubada da Neutralidade da Rede, e dois contra. Ainda assim, para que a medida se torne definitiva, o congresso norte-americano precisa votar o assunto. Felizmente, o ambiente político nos EUA, tanto na bancada governista quanto na oposição, é favorável a manter a Neutralidade da Rede na internet norte-americana. Pesquisas também indicam que 83% de todos os eleitores do país não querem que as regras da neutralidade mudem.

O que é a Neutralidade da Rede

O objetivo desse princípio é permitir que a internet continue um ambiente livre
A Neutralidade da Rede é um princípio que prega a neutralidade das operadoras de internet ao tratar o tráfego de dados que passa por suas redes. Isso quer dizer que uma empresa como a Vivo, não pode bloquear um site como o YouTube ou Netflix, tampouco limitar a velocidade com que seus clientes navegam nessas plataformas, enquanto oferece sinal verde para outros concorrentes.
Em outras palavras, as operadoras não poderiam discriminar nenhum tipo de site ou serviço online, ou escolher beneficiar alguns em detrimentos de outros. O objetivo desse princípio é permitir que a internet continue um ambiente livre de interesses comerciais das grandes empresas de telecomunicações.

Contra vs. A favor

O princípio é criticado por defensores do livre comércio sendo uma espécie de controle do Estado sobre o mercado, impedindo as empresas de criarem “formas criativas” de concorrer umas com as outras. Essas pessoas também acham que o mercado tem o poder de se autorregular nesse aspecto, oferecendo o melhor para os clientes de acordo com as leis da concorrência.
A pessoa aceita o abuso ou não tem internet em casa
Acontece que a situação pode não funcionar bem assim. Da mesma forma que no Brasil, nos EUA, a maioria das cidades só é atendida por uma única operadora de internet fixa. Dessa forma, o cliente não tem escolha e, por consequência, a empresa presente nessas localidades poderia teoricamente apelar para práticas abusivas sem ter nenhum tipo de ônus na sua base de clientes. Afinal, ou a pessoa aceita o abuso ou não tem internet em casa.
Além disso, startups e pequenas empresas que estão começando a atuar na internet seriam largamente prejudicadas por uma rede sem neutralidade. Isso porque empresas já estabelecidas com a Netflix, a Google, o Facebook e outras — apesar de serem a favor da neutralidade — têm plena condição de pagar as taxas que as operadoras poderiam cobrar para que seus serviços trafeguem normalmente pela internet. As pequenas não teriam essa capacidade, oferecendo por consequência um serviço muito pior e, dessa forma, sem chance de crescerem frente os grandes concorrentes.

Falta de concorrência

É por isso que a Neutralidade da Rede é importante: ela impede que a falta de concorrência no mercado acabe com a liberdade na internet. Nada disso, entretanto, impede as operadoras de concorrer umas com as outras oferecendo mais velocidade, preços mais atraentes e serviços/atendimento melhores, a fim de se diferenciarem umas das outras.
Elas não precisam “picotar” a internet como se fosse a TV a cabo e forçar os usuários a escolher pacotes de acesso a determinados serviços pelos quais elas talvez já paguem. O fim da neutralidade da rede pode tornar o negócio da telecomunicação o mais lucrativo do mundo, beneficiando algumas grandes corporações e colocando todo o ônus no bolso do cliente final.
Apesar de o Marco Civil da Internet brasileiro prever a Neutralidade da Rede, impedindo que esses problemas aconteçam por aqui, as operadoras vêm pressionando o governo e a Anatel para flexibilizar as normas e até eliminá-las de uma vez por todas. O fato de isso estar contendo nos EUA só acende a possibilidade de o lobby das operadoras vencer a batalha por aqui também.
Fonte: Tecmundo.

13 de dez de 2017

Apple confirma compra do app de reconhecimento de música Shazam

Em comunicado, fabricante do iPhone diz que "Apple Music e Shazam são uma combinação natural".

A Apple confirmou na tarde desta segunda-feira, 11/12, a compra do aplicativo de reconhecimento de música Shazam. A transação foi noticiada inicialmente pelos sites TechCrunch e Recode.
“Estamos muito felizes que o Shazam e sua talentosa equipe estejam se juntando `a Apple. O Apple Music e o Shazam são uma combinação natural, compartilhando uma paixão pela descoberta de música e pela entrega de ótimas experiências musicais para os nossos usuários. Temos planos empolgantes, e estamos ansiosos em combinar com o Shazam após a aprovação do acordo de hoje”, afirmou um porta-voz da Apple ao The Verge.
Apesar de a empresa de não ter revelado o valor da transação, o Recode aponta que o negócio seria fechado em torno de 400 milhões de dólares.
Com a compra, a Apple pode economizar os gastos com as comissões pagas ao Shazam, cujo direcionamento para serviços como a iTunes Store respondeu por 10% das vendas digitais de música em 2016, segundo o The Wall Street Journal.
Além disso, vale lembrar que o Shazam lançou uma plataforma de Realidade Aumentada (AR) voltada para empresas, que poderia ser útil caso a Apple queira criar a sua própria versão do Google Lens, por exemplo.
Apesar de já possuir mais de 1 bilhão de downloads, o Shazam registrou uma receita de 54 milhões de dólares em 2016, com um prejuízo estimado em 5,3 milhões de dólares.
Fonte: Macworld.

'Não presta', diz VP da Apple sobre reconhecimento facial para Android

Apple lançou seu mais recente top de linha mês passado, o iPhone X, e muitos especialistas o consideram um salto no desenvolvimento dos smartphones, tanto por seu design quanto pelos recursos que traz. Um dos que mais ganhou destaque foi o Face ID, um sistema de reconhecimento facial tridimensional que aumentou muito a segurança do aparelho, com uma taxa de falha de uma em um milhão.
Como muita gente previa, a ferramenta certamente está sendo estudada e copiada pelos concorrentes da Apple, especialmente empresas que trabalham com o sistema operacional da Google. Phil Schiller, vice-presidente sênior de marketing, foi entrevistado pela publicação holandesa Bright e declarou que nenhuma alternativas ao Face ID para Android é boa.

Nada ainda é bom

Para o Face ID, precisávamos da melhor maneira possível que nos permitisse desbloquear facilmente nosso dispositivo com o nosso rosto
“Todas as alternativas para Android não prestam. Elas não funcionam de todas as maneiras que precisamos que o Face ID trabalhe”, explica Schiller. “Para o Face ID, precisávamos da melhor maneira possível que nos permitisse desbloquear facilmente nosso dispositivo com o nosso rosto, de forma protegida com o Secure Enclave, e suportar todas essas outras coisas. Tivemos que resolver tudo isso”, concluiu o vice-presidente.
Dentre os sistemas de reconhecimento facial ou de íris que funcionam em Android estão o da Samsung, que estreou na linha Galaxy Note, e o da OnePlus, presente no OnePlus 5T. O ano de 2018 certamente vai trazer uma série de outros smartphones top de linha com algum tipo de tecnologia de segurança que envolve a identificação do rosto ou dos olhos do usuários para tentar rivalizar com o Face ID da Apple.
Fonte: Tecmundo.

8 de dez de 2017

iPhone X começa a ser vendido hoje no Brasil por até R$ 7.800


O iPhone X agora está disponível de forma oficial no Brasil. Anunciado em setembro pela Apple, o top de linha começou a ser comercializado no país nesta sexta-feira, 8. Os preços já haviam sido confirmados previamente: R$ 7.000 no modelo de 64 GB e R$ 7.800 na versão de 256 GB. As cores disponíveis são prata e "cinza espacial".

O aparelho traz uma série de recursos ausentes na família iPhone 8, lançada em novembro no Brasil. O iPhone X não se parece em absolutamente nada com os celulares que a Apple lançou até hoje, marcando a maior renovação visual e em usabilidade de sua história.
Para começar, a tela do celular ocupa quase a totalidade da parte frontal do celular, com exceção de um entalhe que abriga a câmera e outros sensores frontais. Isso fez com que a Apple eliminasse o botão Home, que era o ponto central de toda a experiência de uso do iOS. No lugar, há apenas uma barra virtual usada para uma série de gestos para utilização do sistema.
A tela OLED também é inédita para os iPhones, que economiza bateria ao não desperdiçar energia para acender pixels escuros e também oferece uma boa qualidade de imagem, com contraste incomparável a um display LCD usado no iPhone 8. A resolução de 2436x1125 também é superior a qualquer outro iPhone que a Apple já tenha lançado.
A câmera também é um dos diferenciais do iPhone X, principalmente pela tecnologia empregada nos sensores frontais. Graças a eles, o aparelho é capaz de usar o recurso de iluminação dinâmica no qual o usuário pode ajustar a luz após tirar a foto com a câmera frontal; esse recurso só funciona na traseira iPhone 8 Plus graças à câmera dupla. Além disso, os sensores frontais ainda são responsáveis pelo Face ID ser minimamente seguro e não ser enganado por algo como uma foto, sendo capazes de reconhecer imagens em 3D, além de proporcionar o Animoji, exclusivo do top de linha.
Fonte: Olhar Digital.

4 de dez de 2017

30 de nov de 2017

Atualização que corrige falha grave do macOS quebra outro recurso do sistema

Atualização que corrige falha grave do macOS quebra outro recurso do sistema


A Apple corrigiu nesta semana um bug recentemente descoberto que permitia que qualquer pessoa tivesse acesso a privilégios de administrador do macOS sem precisar de uma senha. Contudo, a atualização que corrigiu a falha também trouxe problemas.
Como notou o Engadget, a atualização quebrou o recurso de compartilhamento de arquivos entre Macs, impedindo que algumas pessoas façam login com usuário e senha para utilizar a função. Entretanto, a Apple já indicou uma solução para o novo problema.
Segundo a empresa, basta abrir a basta "Aplicativos" no menu Apple, depois abrir "Utilitários" e depois abrir o app Terminal. Digite o seguinte código: "sudo /usr/libexec/configureLocalKDC" (sem as aspas). Pressione Enter (Return no teclado do Mac).
Insira seu login de administrador, feche o app Terminal e pronto. O sistema de compartilhamento de arquivos entre Macs deve voltar a funcionar, segundo a Apple, e a proteção contra o bug de acesso privilegiado continua funcionando.
Fonte: Olhar Digital.

20 de nov de 2017

Veja os erros mais comuns na hora de carregar a bateria do smartphone



Lembra que antigamente a gente tinha que tomar cuidado com as baterias de celular, porque elas não duravam muito e ainda corriam o risco de ficarem viciadas se você deixasse muito tempo carregando? Hoje em dia não é mais assim, mas a gente ainda comete alguns erros que podem prejudicar a bateria dos smartphones! Olha só quais são e como evitá-los.
Temperaturas extremas
Gente, calor e bateria não combinam! Evite deixar o celular exposto ao sol ou dentro do carro em dias quentes, pra não acabar com a vida útil dela. É por isso que, quando está muito quente, o celular desliga sozinho, sabe? E o mesmo vale pra temperaturas muito frias! Temperaturas abaixo de 0°C também podem estragar a bateria. Então, se você for viajar pra um lugar que tem neve, tome cuidado com o smartphone!
Carregador
Não use carregadores falsos ou que não são os ideais pro seu celular. O carregador faz parte do smartphone, ele é pensado pra carregar o aparelho de uma forma correta e segura. Se você usa o carregador de outro celular ou um falso, pode causar até incêndios, porque ele pode soltar faíscas ou superaquecer o aparelho. Então, resista a tentação de pagar baratinho em um carregador, tá? 
Usar o celular enquanto carrega
Antes de dormir você coloca o celular pra carregar e fica jogando ou navegando nas redes sociais? Então é melhor parar! O aparelho também precisa de um descanso depois de um longo dia de trabalho, viu? Se você fiser isso, além de demorar mais pra carregar, a temperatura do aparelho vai aumentar e, como você já sabe, o calor prejudica a bateria. 
Pouca bateria
Não espere a bateria acabar por completo pra começar a carregar o celular! O smartphone sente quando está com pouca energia e isso acaba encurtando a vida útil do aparelho ao longo do tempo. Pra evitar que isso aconteça, o ideal é não deixar a bateria ficar com menos de 10%, tá?
Com essas dicas você vai conseguir manter a bateria do seu celular saudável e fazer com que ela dure por muito mais tempo!
Fonte Olhar Digital:

17 de nov de 2017

Apple corrige problema que fazia tela do iPhone X travar no frio


Apple corrige problema que fazia tela do iPhone X travar no frio


O iPhone X não tem mais medo do frio. A Apple corrigiu essa falha com uma atualização do iOS liberada na noite da última quinta-feira, 16.
O iOS 11.1.2 "corrige um problema em que a tela do iPhone X fica temporariamente sem resposta ao toque após uma queda rápida de temperatura", informa a empresa.
Esse problema foi apontado na semana passada, quando usuários começaram a reclamar que o aparelho deixa de operar corretamente quando levado a ambientes gelados.
A Apple recomenda manter seus aparelhos entre 0º e 35º C. "Usar um dispositivo com iOS em condições muito frias além do seu campo de operação pode diminuir temporariamente o tempo de vida da bateria e poderia fazer com que o dispositivo desligue", informa a empresa.
Mas as pessoas que encontraram problemas afirmam que não expuseram o aparelho a temperaturas extremas, o que forçou a empresa a buscar uma solução.
A versão mais recente do iOS corrige ainda outra questão do iPhone X. Conforme explicou a Apple, antes da atualização, Live Photos e vídeos capturados com o aparelho poderiam ficar distorcidos.
Fonte: Olhar digital.

Rumor: iPhone X entraria em pré-venda no Brasil no início de dezembro

iPhone X é de fato o smartphone mais caro dos últimos tempos no Brasil, quiçá o mais caro da história, com preço oficial confirmado para R$ 6.999 em sua versão mais básica. Apesar de já conhecermos o infame preço, a data de lançamento comercial por aqui ainda é um mistério. Só que já existe um rumor acerca de quando o aparelho estará disponível em lojas online e físicas nacionais.
De acordo com uma fonte anônima do MacMagazine, o smartphone deve entrar em pré-venda no dia 01 de dezembro na loja online oficial da Apple e de suas parceiras. Mas é só na sexta-feira, dia 08 de dezembro, que ele chega ao varejo definitivamente, tanto em lojas físicas quanto no comércio virtual.
O iPhone X é o primeiro aparelho da Apple a trazer carregamento sem fio, telas AMOLED e reconhecimento facial como método de autenticação de usuários, recursos largamente disponíveis em aparelhos de outras marcas.
No momento, o celular já está à venda em 56 países diferentes e, até o fim de novembro, deve chegar a mais 14 localidades.
Fonte: Tecmundo.

16 de nov de 2017

Procon: não compre nesses sites durante a Black Friday

Todo ano, quando a Black Friday está chegando, o Procon-SP começa a divulgar uma lista com empresas que foram notificadas e não responderam ou não foram encontrados. São 518 lojas virtual, online e offline, com um histórico negativo no Procon.
A lista, que você pode checar aqui, ainda traz informações como CPF/CNPJ e o nome do responsável da loja citada, além do status "No ar" e "Fora do ar". É preciso ficar atento aos nomes da lista porque muitos deles simulam nomes de grandes lojas.
A Black Friday começa às 19 horas do dia 23 de novembro e vai até às 22 horas do dia 24. O TecMundo realizará uma cobertura especial, então, fique ligado em nossa home.
Sites perigososFonte: Tecmundo.

14 de nov de 2017

Novos fones de ouvido da Bose podem bloquear sons durante a noite

A popular marca de fones de ouvido Bose está desenvolvendo um novo par de fones disponíveis por meio de uma campanha de financiamento coletivo. São os Sleepbuds, dispositivos que prometem bloquear sons durante a noite para garantir um sono mais confortável.
Os Sleepbuds são fabricados pela Hush, uma startup que a Bose comprou recentemente, como informa o The Verge. Segundo as empresas, os fones podem bloquear "distúrbios de som noturnos comuns", incluindo "roncos, vizinhos barulhentos, trânsito" e outros.
Um material maleável permite que os fones fiquem nos ouvidos do usuário durante toda a noite "sem incomodar", promete a Bose. Alinhados a um app no smartphone, os Sleepbuds também podem ser interrompidos por um despertador pela manhã.
Além disso, a bateria interna oferece autonomia de até duas noites. A campanha de financiamento coletivo já bateu a meta de US$ 50 mil e deve começar a enviar os fones para os compradores até fevereiro do ano que vem. Os pares custam a partir de US$ 150, equivalente a quase R$ 500.
Fonte: Olhar Digital.

13 de nov de 2017

Depois do iPhone 8, usuários também reclamam de ruídos no áudio do iPhone X

Desde que o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus foram lançados, muitos usuários vêm reclamando de problemas com o sistema de reconhecimento Face ID, com a tela, com a bateria e com o áudio. E o mais recente flagship da Maçã, o iPhone X, também vem apresentando disfunções com relação a esse último quesito: os donos dos aparelhos vêm apontando barulhos semelhantes a estalos e zumbidos ao reproduzir músicas, vídeos, alarmes, ringtones e até mesmo durante as ligações telefônicas com o volume alto.
Isso é perceptível em determinadas músicas e até mesmo no ringtone que comprei na loja do iTunes
“Adoro o telefone, mas queria saber se alguém teve algum problema com os alto-falantes, que crepitam um pouco quando você aumenta o volume no máximo”, afirmou uma pessoa um em um tópico no fórum do MacRumours. “Isso é perceptível em determinadas músicas e até mesmo no ringtone que comprei na loja do iTunes”, confirmou outro participante da discussão.
“Escuto muita música no iPhone X e notei os estalos imediatamente nos alto-falantes”, adicionou um consumidor. “Uma vez que muitos de nós parecem estar experimentando esses estalos, suponho que seja algo relacionado ao software ao invés do hardware”, projeta mais um.
Até agora são dezenas de postagens semelhantes no Reddit, na seção do MacRumours e também no Twitter. A Apple ainda não se manifestou sobre o assunto — e nem sobre o surgimento de uma linha verde em alguns dispositivos — e quais medidas deve adotar para corrigir essa falha. Se você já tem um iPhone X e também notou algo parecido, não deixe de comentar abaixo.
Fonte: Tecmundo.

10 de nov de 2017

Usuários reclamam que o iPhone X não funciona direito no frio

Usuários descobriram um problema que prejudica o funcionamento do iPhone X quando o aparelho é exposto a baixas temperaturas.
O bug está sendo discutido em fóruns do Reddit. "Leva literalmente dois segundos quando vou de dentro para o frio lá fora e minha tela deixa de ser muito responsiva", reclamou um deles. "Eu tento arrastar nos sites e [a tela] não registra meu dedo."



A Apple recomenda manter aparelhos da marca entre 0º e 35º C. "Usar um dispositivo com iOS em condições muito frias além do seu campo de operação pode diminuir temporariamente o tempo de vida da bateria e poderia fazer com que o dispositivo desligue", informa a empresa.

9 de nov de 2017

Clientes da Apple estão devolvendo iPhone X por não gostarem do celular

Desde o anúncio do iPhone X, edição comemorativa de 10 anos do smartphone da Apple, alguns consumidores aguardaram ansiosamente para poder comprar o aparelho. Porém, aqueles que compraram o celular estão devolvendo-o para a empresa pois não gostaram das mudanças.
Conforme relata o PhoneArena, leitores do site que compraram o iPhone X informaram que estão devolvendo os seus aparelhos após se decepcionarem com os recursos apresentados pela companhia. Não está claro quantos clientes realmente chegaram a desistir do celular.
Um comprador do sul da Flórida, por exemplo, afirma que o iPhone X não é tão útil para o seu trabalho quando o Galaxy Note 8, da Samsung. Já um outro fã da Apple diz que os entalhes do design são irritantes e que a tela OLED não é melhor que o display LCD do iPhone 6s. 

Aparentemente, ao contrário dos modelos passados, o iPhone X não é tão intuitivo, e exige que você aprenda alguns gestos para conseguir usá-lo, uma vez que o celular não conta com botão Home. 
Fonte: Olhar Digital.

7 de nov de 2017

Apple deve lançar dois modelos de iPhone com tela OLED em 2018

O iPhone X representou um marco para a Apple não apenas por ser o smartphone mais caro já produzido pela empresa, mas também por ser o primeiro da marca a trazer uma tela OLED no lugar de um display de LCD. Para 2018, a fabricante deve continuar investindo nessa tecnologia e a principal aposta é de que sejam lançados dois modelos diferentes com essa tecnologia.
Quem faz a previsão é o analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo, um dos mais renomados quando se fala em mercado mobile. Segundo Kuo, a Apple deve lançar um sucessor do iPhone X e também uma versão Plus, ambas com painéis OLED. Ainda segundo o analista, a Apple adotaria mais partes em aço do que aquelas usadas no modelo deste ano, aprimorando assim a transmissão de dados do gadget.
Além disso, os dois modelos trariam também uma câmera frontal com a tecnologia TrueDepth, garantindo Face ID em ambos. A partir dessa informação, é presumível que os iPhones lançados em 2018 repetirão o design do iPhone X, sem botão físico na parte frontal.
As novas informações corroboram parte dos rumores vindos da Ásia em julho deste ano. Na época, falou-se que a Maçã lançaria aparelhos com tela OLED, tal qual antecipado agora por Kuo, porém a aposta era o lançamento de três modelos. Kuo costuma ser preciso em suas previsões, portanto, é mais provável que vejamos “apenas” uma dupla de iPhones em 2018.
Fonte: Tecmundo.